Tinha um gato preto no telhado da casa em frente à minha, e olhava fixamente um ponto qualquer, que passei horas tentando identificar.
O bicho dotado de extrema concentração insistia no ponto desconhecido que instigava-me.
Cansada de perseguir o objetivo do gato criei para mim um ponto de observação tão particular quanto poderia, o gato.
Assim a menos que houvesse para o gato um espelho, ele jamais conseguiria concentrar-se no mesmo ponto que eu.
Eu e o gato.
Michelle C. S. Castro 09/01/2005
Enquanto a prova não começa...
Nenhum comentário:
Postar um comentário